A tecnologia 5G é a rede de internet móvel de quinta geração que possibilita cobertura mais ampla, estável e velocidades de download ainda maiores. Além de propiciar mais “conversa” entre as máquinas, porque permite a conexão entre outros objetos, não apenas entre telefones, caracterizando a Internet das Coisas.

No país asiático, as três principais operadoras de telefonia móvel começaram a disponibilizar este tipo de conexão para consumidores em diferentes regiões.

Desde 2016, empresas locais estão fazendo testes com o 5G em países como Brasil, México, Argentina, Colômbia, Chile e Peru.

A Resolução com a recomendação para a qualificação está publicada no Diário Oficial da União da segunda-feira, dia 9.

A Resolução destaca que “o ano de 2020 marcará o advento das redes móveis de quinta geração (5G)”. Segundo o texto, “os sistemas de 5G terão um papel fundamental no desenvolvimento de cidades inteligentes, proporcionando o surgimento de novos serviços e modelos de negócios baseados em uma economia digital”.

Segundo o governo, o sistema 5G “promete proporcionar uma experiência aprimorada ao usuário final em relação às gerações precedentes, permitindo a transferência de dados em altíssimas taxas, com performance e confiabilidade aprimoradas, além de reduzir significativamente a latência das transmissões”.

O leilão 5G, ressalta o texto, observará a legislação setorial, sendo preservados o rito e as competências legais da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

A Anatel vai retomar nesta semana as discussões do leilão do 5G com alterações significativas. A proposta a ser apresentada privilegia as grandes teles que já atuam no setor e pode inviabilizar a participação das pequenas operadoras, prevista na primeira versão do edital.

A publicação do edital do leilão está prevista para o segundo semestre de 2020, com três etapas, respectivamente: leilão tradicional; seleção comparativa; e leilão combinatório em múltiplas rodadas. A duração do contrato pode ser de 10 a 15 anos.

fonte: https://www.evidenciador.com.br/acontece/tecnologia/5g-no-brasil-retoma-discussoes-para-sua-concessao-em-2020/